Introdução
O crescimento do discurso ESG nas empresas contrasta com a superficialidade de sua aplicação. Muitas iniciativas priorizam imagem e reputação, sem promover mudanças estruturais. Este ensaio parte da premissa de que a sustentabilidade deve ser resgatada da esfera ética para ser integrada como pilar estratégico, voltado à competitividade e perenidade das organizações.
Fundamentação e Discussão
A análise parte da literatura sobre valor compartilhado, governança e competitividade sustentável. Dados de mercado e casos de empresas mostram como o ESG, quando integrado à estratégia, gera valor real. Por outro lado, incoerências entre discurso e prática — como nos casos Americanas e Braskem — revelam riscos reputacionais e financeiros, expondo a fragilidade da abordagem meramente retórica.
Conclusão
Sustentabilidade deve deixar de ser apêndice reputacional e passar a ser critério estratégico de decisão. Empresas coerentes entre discurso e prática se destacam em resiliência, inovação e acesso a capital. O ESG, quando integrado à gestão, fortalece a perenidade. Ignorar essa lógica expõe as organizações a riscos sistêmicos e à perda de relevância no mercado.
Referências
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