Resumo

Título do Artigo

POLÍTICA PÚBLICA, SUSTENTABILIDADE E JUSTIÇA SOCIAL NA AMAZÔNIA: O Prevbarco como estratégia para manter a floresta em pé
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Tema

Estudos da Amazônia

Autores

Nome
1 - SAULO SAMPAIO MACEDO
UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO - UFRGS Responsável pela submissão
2 - MARCIA DUTRA DE BARCELLOS
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Escola de Administração

Reumo

Introdução
O ensaio analisa o Prevbarco como política pública de inovação social na Amazônia, ao promover o acesso à Previdência Social em regiões remotas e vulneráveis. Ao garantir direitos básicos, como seguridade e renda, a ação fortalece capacidades locais, favorecendo permanência territorial, justiça social e sustentabilidade. Fundamentado em Sen (2010) e Rawls (1971), o estudo propõe que o Prevbarco viabiliza protagonismo comunitário e abre caminho para soluções voltadas à manutenção da floresta em pé.
Fundamentação e Discussão
O Prevbarco é analisado como ação pública que mitiga desigualdades na Amazônia, promovendo inclusão previdenciária em territórios remotos. Fundamentado em Sen e Rawls, o ensaio destaca que o acesso a direitos básicos fortalece capacidades locais, gerando segurança e permanência territorial. A partir disso, emerge a inovação social como caminho para sustentabilidade, ao valorizar o conhecimento tradicional, integrar dimensões sociais, econômicas e ambientais, e reforçar a governança colaborativa como estratégia para manter a floresta em pé.
Conclusão
O ensaio destaca o Prevbarco como política pública capaz de promover justiça social e inovação na Amazônia. Ao garantir acesso à seguridade em áreas remotas, como Guaporé-Mamoré, fortalece capacidades locais e favorece a permanência das comunidades em seus territórios. Isso cria bases para inovação social e sustentabilidade, valorizando saberes tradicionais. Mais que política ambiental, a floresta em pé exige políticas sociais territorializadas que articulem justiça, desenvolvimento e preservação.
Referências
Amartya Sen e John Rawls oferecem o arcabouço teórico sobre justiça social e capacidades. Sachs (2009, 2012), UNEP (2015) e WCED (1987) fundamentam a sustentabilidade. Mulgan (2012) e Cajaiba-Santana (2014) tratam da inovação social. Becker (1982, 2005), Lipsky (2019), Hirschman (1958) e Myrdal (1957) discutem desigualdades e políticas públicas. Tidd & Bessant (2015) e Silva & Santos (2018) abordam inovação e governança. Esses autores sustentam a análise proposta sobre a Amazônia.