Resumo

Título do Artigo

A MOEDA SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
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Tema

Finanças Sustentáveis

Autores

Nome
1 - Amaury de Souza Amaral
Pontificia Universidade Catolica de São Paulo - PUCSP - Faculdade de Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuariais Responsável pela submissão
2 - Paulo Fernando Silva Amaral
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP/USP - Filosofia
3 - Geraldo Edmundo Silva Jr
UFSCar - Universidade Federal de São Carlos - CCGT - Departamento de Economia
4 - Fernando Fagundes Ferreira Meireles
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Reumo

Introdução
O presente estudo tem como foco principal a análise do capital natural e sua relação com a Economia Verde, especialmente no contexto de práticas ambientais, sociais e de disseminação comunitária por meio de moedas solidárias. A pesquisa se apoia em experimentações e modelagens quantitativas, buscando compreender como os recursos naturais podem ser mensurados, preservados e integrados a sistemas econômicos inclusivos. Os critérios ESG se conectam diretamente aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pelo Pacto Global da ONU.
Problema de Pesquisa e Objetivo
O principal problema que a pesquisa propõe responder é que seria possível a criação de uma moeda socioambiental, vinculando-se a valoração do capital natural com as moedas comunitárias. O objetivo é propor um estudo, a paertir da valoração do capital natural na economia do País conectando-se ao microcosmo das moedas das comunidades. Busca-se a preservação ambental na lógica contrária ao de crédito de carbono. Nesta última, a lógica da valoração vai na direção da sua escassez, ao contrário do seu escesso de oferta seguindo-se a logica de mercado.
Fundamentação Teórica
A base de confiança, um dos conceitos abstratos, se dissemina em uma economia solidária independente do apoio ou subsídio do Estado ou de qualquer outro meio assistencial. Isto quer dizer que manifestações estudadas na economia tais como valor, valor de troca, meio de troca, processos produtivos e de acumulação se manifestam sob um outro ponto de vista. Foi a partir desses marcos que vimos a necessidade de se quantificar as riquezas ambientais constituídas por meio de ativos registrados em um balanço ambiental, semelhantemente às riquezas existentes nos ativos de países.
Metodologia
Estudos da valoração dos ativos ambientais (capital natural) um dos sustetácolos da economia verde. A par disso, estudar as moedas comunitárias compreendendo-se a sua dinâmica e conectando-se as riquezas de capital natural local. Estudos de artigos, uso de modelagens econômicas de carárter inoivador. Pesquisa da literatura embora restrita.
Análise e Discussão dos Resultados
O capital natural poder ser constituído em uma moeda? Se sim, qual seria o valor (de uso? ou de troca?). Por sua vez as comunidades locais que vivem da exploração deste capital natural, podem operar localmente com uma moeda local, conhecida como comunitária. Se sim, qual seria a conexão entre os capitais?
Considerações Finais
O estudo propõe ainda analisar o dinheiro como unidade elementar da moeda, simplificando a compreensão de como sua circulação e alocação impactam a preservação de recursos e a resiliência comunitária. Fluxos monetários bem estruturados podem refletir e influenciar a valoração do capital ambiental, promovendo interação positiva entre sustentabilidade social e ecológica. Modelos de mercado baseados em ativos naturais tokenizados e protegidos por blockchain representam uma inovação significativa, integrando economia real, justiça social e sustentabilidade ambiental
Referências
AMARAL, A. S. et al. A proposal for an environmental currency: Integrating natural wealth into monetary policy. Environmental Development, p. 101322, 2025. CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: economia, sociedade e cultura. Volume 2: O poder da identidade. Tradução: Klauss Brandini Gerhardt e Roneide Venancio Majer. São Paulo: Paz e Terra, 1999a. DASGUPTA, Partha. Human well-being and the natural environment. OUP Oxford, 2001. DASGUPTA, Partha. The welfare economic theory of green national accounts. Environmental and Resource Economics, v. 42, n. 1, p. 3-38, 2009 SINGER, Paul. Intro. à Econ.