Resumo

Título do Artigo

USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NO PODER JUDICIÁRIO RONDONIENSE COMO VETOR DE SUSTENTABILIDADE ADMINISTRATIVA
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Tema

Inovação para a Sustentabilidade

Autores

Nome
1 - ALINE BARROS SAAB
Fundação Universidade Federal de Rondônia - UNIR - UNIR
2 - Danilo Pinheiro dos Santos
Universidade Federal de Rondônia - Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas Responsável pela submissão
3 - Osmar Siena
UFSC Universidade Federal de Santa Catarina - Engenharia de Produção
4 - Erasmo Moreira de Carvalho
UNIR-UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA -

Reumo

Introdução
A inteligência artificial (IA) vem ganhando cada vez mais espaço em diversos segmentos. No setor público, tem sido vista como uma oportunidade estratégica de aprimorar a eficácia dos serviços públicos. Isso se deve ao fato de favorecer na diminuição de despesas, melhorar a qualidade dos serviços oferecidos, além de trazer modernização da administração pública (GOREWAY et al., 2020).
Problema de Pesquisa e Objetivo
A questão que orienta a presente pesquisa é: Qual a percepção dos assessores de magistrado do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO) sobre o uso de Inteligência Artificial Generativa como vetor de sustentabilidade administrativa? O presente estudo tem por objetivo analisar as percepções dos assessores de magistrados do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia sobre o uso de IA generativa como vetor de sustentabilidade administrativa.
Fundamentação Teórica
O conceito de Inteligência Artificial (IA), é definido como habilidade de um sistema em interpretar adequadamente informações externas, aprender com elas e aplicar esses conhecimentos para alcançar metas e tarefas específicas através de uma adaptação flexível (Kaplan e Haenlein, 2019). Essa definição traz uma abordagem mais técnica e operacional com ênfase nas capacidades funcionais da IA.
Metodologia
Trata-se de um estudo qualitativo e quantitativo, assim como descritivo realizado por meio de estudo de caso. A pesquisa foi conduzida a partir da percepção de 21 assessores do TJRO. Os participantes foram escolhidos com base em sua experiência direta em relação ao uso da inteligência artificial generativa e pela relevância estratégica da unidade. Os procedimentos para coleta dos dados foram realizados no mês de junho de 2025 e incluíram levantamentos bibliográficos e questionários com perguntas mistas através da ferramenta Google Forms, sendo o conteúdo das perguntas ligado aos objetivos.
Análise e Discussão dos Resultados
As principais aplicações identificadas foram as redações de documentos (66,7%), seguido de outros três contextos de aplicação que apareceram empatados, com 28,6% das respostas, sendo busca e organização de jurisprudência, apoio à decisão judicial e automatização de rotinas. No que diz respeito aos benefícios, houve consenso absoluto quanto ao aumento da produtividade, seguido de agilidade processual, melhoria na redação de documentos, redução de erros humanos, redução de custos e apoio à tomada de decisão.
Considerações Finais
Em síntese, a aceitação positiva da IAG no judiciário pelos participantes representa uma oportunidade para consolidar a transformação digital como vetor de modernização e eficiência sustentável, fortalecendo práticas de gestão mais lógicas, transparentes e duradouras.
Referências
ARRUDA, Eucídio Pimenta; GOMES, Suzana dos Santos. Inteligência artificial generativa no contexto da transformação do trabalho docente. Educação em Revista, v. 40, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-469848078. BRAGA, Julião; STOIBOEMER, Otama; HENRIQUES, Percival. Como a governança de múltiplas partes interessadas pode moldar a IA responsável. OSF Preprints, [S.l.], 2024. Disponível em: https://doi.org/10.31219/osf.io/zeg9m.